Conheça Rizia Araujo

Conheça Rizia Araujo e inspire-se: a professora já fez 7 intercâmbios…

…e ela não pretende parar!

Vira e mexe nos deparamos com matérias e posts com aquelas histórias fantásticas de gente que vendeu tudo, largou emprego, faculdade, família, colocou uma mochila nas costas e ganhou o mundo para nunca mais voltar. Mas para quem não tem o mesmo desapego, desprendimento, ou mesmo o famoso ‘paitrocínio’, a inspiração pode vir de histórias menos radicais do que essas, porém igualmente inspiradoras e repletas de experiências fantásticas. É o caso da professora Rizia de Araujo Alves. Aos 35 anos ela já fez sete intercâmbios, conheceu muitos lugares lindos, culturas e línguas diferentes, e acumulou experiências que ela vai levar por toda a vida. E Rizia garante: o friozinho na barriga antes de um intercâmbio é sempre o mesmo. “Esse ‘friozinho na barriga’ me impulsiona, me dá a sensação de estar viva”, revela.

Da Europa à África, Rizia já conheceu cidades maravilhosas em seus intercâmbios no Canadá, Estados Unidos, Espanha, Inglaterra, Cuba, México e África do Sul. E o seu próximo destino é a Itália, para onde vai no final de 2016. Acompanhe nessa entrevista especial todas as experiências marcantes e incríveis que Rizia experimentou em seus 7 intercâmbios. “Espero que [essa entrevista] ajude a incentivar as pessoas a se apaixonarem pelo mundo, assim como eu sou”, confidenciou Rizia ao final da conversa.


QUANDO VOCÊ FEZ SEU PRIMEIRO INTERCÂMBIO? O QUE TE MOTIVOU NA ÉPOCA?

Sempre tive sede de conhecer o mundo, mas não conhecer o mundo como uma mera turista; sempre quis saber como é viver em um determinado país, suas facilidades e dificuldades. E me sinto completamente realizada quando alguém da cidade onde estou vem me pedir informação pensando que eu sou uma moradora dali. Meu intercâmbio para o Canadá foi realizado por uma empresa muito conhecida que não me deu um suporte apropriado. Lá no Canadá, conheci uma amiga que me indicou a Just, e desde então deixo nas mãos desta empresa meu bem maior: minhas viagens.

TEVE ALGUM PAÍS, EM ESPECIAL, QUE TE MARCOU E DO QUAL VOCÊ MAIS GOSTOU? QUAL FOI E POR QUÊ?

Seria injusto eleger algum. Todas as experiências vividas tiveram sua magia. O Canadá me marcou por ter sido o primeiro país, minha primeira experiência com meus receios e medos. Os Estados Unidos me marcou por ser um país que jamais pensei que um dia chegaria lá. A Espanha por ser minha primeira vez na Europa, com aquelas cidades parecidas que eram tiradas de contos de fadas. A Inglaterra por toda pompa que esse país tem, com sua monarquia constitucional. Cuba pelo choque de vivenciar uma realidade tão distinta da nossa, enquanto sociedade capitalista. O México por ser um país cheio de diversidades. E a África do Sul por sua linda natureza.

CONSEGUIRIA DIZER, RESUMIDAMENTE, O QUE CADA PAÍS TE ACRESCENTOU EM APRENDIZADO OU EXPERIÊNCIAS, OU MESMO O QUE MAIS TE CHAMOU A ATENÇÃO EM CADA UM DELES?

Melhorei muito meu inglês e o meu espanhol porque tinha que me comunicar: entender e me fazer entender. Afinei minha visão de mundo em relação às diferentes sociedades e maneiras de viver. Fiz amigos (principalmente com as famílias hospedeiras). Deslumbrei paisagens distintas… Em suma, enriqueci minha alma. Sou eternamente grata a todas as famílias hospedeiras que me trataram realmente como parte da família.

“FIZ AMIGOS, DESLUMBREI PAISAGENS DISTINTAS…EM SUMA, ENRIQUECI MINHA ALMA”.


EM ALGUM DOS INTERCÂMBIOS VOCÊ PASSOU POR ALGUMA SITUAÇÃO ENGRAÇADA/INUSITADA DA QUAL SEMPRE SE LEMBRA E CONTA AOS AMIGOS?

Em todos (risos). No Canadá já cheguei caindo; não tinha ideia que as botas do Brasil não serviriam para andar na neve. Nos Estados Unidos, perdi o voo de volta e fiquei chateada, mas os amigos fizeram uma festa para comemorar que eu não tinha ido embora. Na Espanha, furtaram minha bolsa… mas, como sou uma viajante prevenida, não havia quase nada dentro da bolsa porque sempre carrego as coisas de valor num porta-moedas (acho que o ladrão ficou muito frustrado). Em Londres quando cheguei quase chorei porque perguntava “please, where is the subway?” e ninguém me entendia… uma mulher disse “the tube?”. Sem ter a mínima ideia do que era “tube” falei “yes”, e assim descobri que “tube” é o metrô.

Em Cuba, as aventuras perigosas nos “Colectivos”: aqueles carros da década de 1950, cuja passagem custava 1 CUC. No México, a convivência com a família e seus amigos que queriam saber algumas palavras de baixo calão em português e eu, lógicamente, queria saber as palavras em espanhol – ríamos muito tentando pronunciar e explicar. Na África o que mais me surpreendeu foi a semelhança da minha família africana com a minha família brasileira, comecei a chamá-los de tia e primos.

O QUE TE MOTIVOU A FAZER TANTOS INTERCÂMBIOS?

Ser uma viajante do mundo (assim como disse meu professor do México) e a confiança na Just Intercâmbios, que sempre me assistiu durante os intercâmbios, me orientando e me dando todo o suporte necessário. Tenho que fazer um agradecimento especial à Taciana, que sempre foi muito solícita comigo.

MUITAS PESSOAS ACHAM QUE UM INTERCÂMBIO É ALGO CARO OU UM SONHO DISTANTE. O QUE VOCÊ DIRIA A ESSAS PESSOAS? QUAIS DICAS VOCÊ DARIA PARA QUE ELAS REALIZEM O SONHO DE FAZER UM INTERCÂMBIO?

Todos nós somos capazes de realizarmos aquilo que nos propomos. Devemos ser persistentes e disciplinados para alcançarmos nossas metas. Viajar é, para mim, o dinheiro mais bem empregado; o que eu coleciono das viagens são momentos eternos que carrego em minha alma.

“VIAJAR É, PARA MIM, O DINHEIRO MAIS BEM EMPREGADO; O QUE EU COLECIONO DAS VIAGENS SÃO MOMENTOS ETERNOS QUE CARREGO EM MINHA ALMA”.



SABEMOS QUE A EMOÇÃO E A ANSIEDADE ANTES E DURANTE O PRIMEIRO INTERCÂMBIO SÃO INESQUECÍVEIS. VOCÊ CONTINUOU SENTINDO ESSE “FRIOZINHO NA BARRIGA” EM TODOS OS SEUS INTERCÂMBIOS?

Sim, e é esse “friozinho na barriga” que me impulsiona, que me dá a sensação de estar viva.

QUAIS SÃO SEUS PLANOS PARA O FUTURO? PRETENDE MORAR FORA OU FAZER OUTROS INTERCÂMBIOS?

Infelizmente não posso morar fora por causa da estabilidade que tenho em meu emprego. Com certeza farei outros intercâmbios, o próximo já está marcado. Vou para a Itália no final deste ano de 2016. Além de voltar para a Europa, quero um dia conhecer a Oceania, se assim a vida me permitir…

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